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Arrais Figueiredo
SV-04

Climatização de conforto

Carga térmica calculada e equipamento capaz de atendê-la, sem surpresa na entrega. Escritórios, lojas, clínicas, academias e edifícios corporativos, do projeto ao acompanhamento da obra.

Corte esquemático de climatização de conforto: caixa de ventilação de ar externo na cobertura, duto descendo até o lado do retorno, evaporadora no entreforro, duto único ramificado para dois difusores, zona ocupada e condensadora externa h
Croqui esquemático · climatização de ambiente em corte
01 Abordagem e critério

Estimativa por metro quadrado não é cálculo. É chute com unidade de engenharia.

A capacidade de um sistema sai da carga térmica, e carga térmica é soma de parcelas. O calor que entra pela fachada e pelas janelas, conforme a orientação solar e o horário. O calor das pessoas, da iluminação e dos equipamentos ligados. O ar externo que precisa entrar para o ambiente ser respirável. Dois espaços com a mesma área podem ter cargas muito diferentes.

Errar essa conta custa dos dois lados. Para menos, o ambiente não chega na temperatura justamente nos dias em que mais precisa. Para mais, que é o erro mais comum, o equipamento atinge a temperatura rápido demais e desliga antes de retirar a umidade. O ambiente fica frio e abafado, a conta de energia sobe e o equipamento se desgasta antes da hora.

A escolha entre split, VRF, água gelada ou self vem depois da carga térmica, nunca antes. Quem decide é o número de ambientes com uso diferente, o horário de funcionamento de cada um, o espaço disponível para equipamento e rede, e o acesso que a manutenção vai ter daqui a alguns anos. Equipamento escolhido antes da conta é decisão tomada no escuro.

O que sustenta o dimensionamento
  • ABNT NBR 16.401Projeto das instalações, parâmetros de conforto térmico e qualidade do ar interior, nas três partes
  • ABNT NBR 17.037Padrões referenciais de qualidade do ar interior em ambientes não residenciais climatizados, em substituição à RE 09 da ANVISA
  • SMACNAConstrução, estanqueidade e desempenho da rede de dutos
  • ASHRAE HandbookFundamentos de carga térmica e comportamento do ar úmido
  • NR-17Condições de conforto térmico no posto de trabalho
  • Lei 13.589/2018Obrigatoriedade do plano de manutenção em ambientes climatizados de uso coletivo

Equipamento sobrando não é margem de segurança. É um erro de dimensionamento que o cliente paga todos os meses.

A carga térmica é a soma dessas parcelas. Cada uma muda com a localização, com o horário e com o uso. Dois espaços do mesmo tamanho podem precisar de capacidades bem diferentes.

02 O que é o projeto

Um projeto de climatização não é a escolha de um equipamento.

São quatro decisões em sequência, e inverter a ordem é o que faz o orçamento barato ficar caro depois.

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Carga térmica

A conta que define tudo o que vem depois, e a que quase nunca aparece no orçamento.

Soma do calor que entra e do que nasce dentro do ambiente, hora a hora, conforme a fachada, a ocupação, a iluminação, os equipamentos e o ar externo. É uma conta de algumas horas de trabalho, e é ela que evita comprar capacidade a mais ou a menos pelos próximos quinze anos.

PT-02

Escolha do sistema

Split, VRF, água gelada ou self. A decisão vem depois da carga, nunca antes.

Cada sistema resolve bem um tipo de situação. O que decide é a quantidade de ambientes com uso diferente, o horário de funcionamento de cada um e o espaço disponível para equipamento e rede. Escolher o equipamento antes de calcular inverte a ordem, e a conta chega depois, em obra ou em energia.

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Distribuição do ar

O equipamento pode estar certo e o ambiente continuar desconfortável.

Capacidade instalada não é conforto entregue. Posição de insuflação e retorno, alcance do jato e ruído decidem se o ar chega onde a carga está sem incomodar quem trabalha embaixo da grelha. É a diferença entre um ambiente confortável e um ambiente apenas frio.

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Acesso e manutenção

O equipamento é instalado uma vez e mantido por mais de uma década.

Filtro para trocar, serpentina para limpar, dreno para desentupir e condensadora para ventilar. Projeto sem espaço previsto para isso vira manutenção cara ou sistema abandonado. A Lei 13.589/2018 exige plano de manutenção em ambiente climatizado de uso coletivo, e esse plano depende de acesso decidido no projeto.

Escritórios, lojas, clínicas, academias, restaurantes e edifícios corporativos. Me descreva o seu espaço e eu te digo por onde começar.

03 Formas de contratação

Nem todo caso começa por um projeto.

Orçamento de climatização quase sempre chega com um número de capacidade e nenhuma conta por trás. Se você quer saber o que está comprando antes de assinar, o caminho não precisa começar por um projeto completo.

EntenderAnalisarProjetarValidarAcompanhar
  • Projeto Carga térmica calculada ambiente a ambiente, definição do sistema, distribuição de ar, pontos de dreno e infraestrutura elétrica. Em nível básico, para orçar e decidir. Em nível executivo, quando há construtora ou instaladora executando. Os dois saem detalhados e com ART.
  • Laudo e vistoria Ambiente sem chegar na temperatura, conta de energia acima do esperado ou reclamação sem fim. Medição de vazões e temperaturas em campo e diagnóstico do que está limitando o resultado.
  • Parecer técnico Comparação entre propostas com capacidades diferentes para o mesmo espaço, com a conta aberta de qual faz sentido, ou defesa técnica de uma solução perante quem a questiona.
  • Estudo de viabilidade Split, VRF ou água gelada para o seu caso, comparando desembolso inicial, infraestrutura necessária, consumo, manutenção e vida útil, antes de fechar a solução.
  • Revisão de projeto de terceiros Verificação independente do projeto recebido, da carga térmica adotada à distribuição de ar e ao espaço previsto para manutenção.
  • Consultoria técnica Para rede com padrão a manter, obra em andamento ou decisão de investimento em que você quer alguém técnico do seu lado na mesa.
05 Dúvidas frequentes
  • Quantos TR eu preciso para o meu espaço?

    Não dá para responder por metro quadrado, e quem responde assim está chutando. A capacidade sai da carga térmica, que depende da fachada e da orientação solar, da quantidade de pessoas, da iluminação, dos equipamentos ligados e do ar externo. Dois espaços iguais em área podem precisar de capacidades bem diferentes.

  • Preciso de projeto ou o instalador resolve?

    Para um split em uma sala, o instalador resolve. A partir do momento em que existem vários ambientes com uso diferente, forro com altura limitada ou uma conta de energia que pesa, a decisão deixa de ser de instalação e passa a ser de projeto. O projeto também é o que permite comparar orçamentos, porque define com clareza o que está sendo comprado.

  • Posso usar o projeto para pedir orçamento a mais de uma instaladora?

    Pode, e esse é um dos motivos de ter projeto. Com ele, todas as empresas orçam exatamente a mesma coisa, e você passa a comparar execução e preço em vez de comparar promessas. Sem projeto, cada proposta chega com uma capacidade diferente e não existe base para escolher.

  • Qual é melhor, split, VRF ou água gelada?

    Depende do caso, e essa é a resposta honesta. Split resolve poucos ambientes com uso parecido. VRF ganha quando há muitos ambientes com horários e cargas diferentes. Água gelada faz sentido em grandes áreas e uso contínuo, como shopping e prédio corporativo. O estudo de viabilidade existe exatamente para comparar os três com número.

  • Meu sistema não gela como antes. Vale trocar?

    Às vezes vale, às vezes o problema é outro. Filtro sujo, serpentina obstruída, carga de gás baixa, ou o ambiente mudou de uso desde a instalação. O laudo mede o que está acontecendo e diz se o caso é de manutenção, de adequação ou de troca, antes de você comprar equipamento novo.

  • O meu caso é fora do comum. Vale a pena te procurar?

    Vale. Boa parte do trabalho de engenharia é ir atrás do que ainda não se sabe, e eu faço isso com método e com fonte. Se o caso estiver além do que eu consigo assumir com segurança, eu digo isso na primeira conversa, e costumo conseguir indicar o caminho.

  • Você atende fora de São Paulo?

    Sim. Projeto é trabalho que se faz de qualquer lugar, e as visitas necessárias são programadas e orçadas junto com o escopo.

06 Como começamos

Traga o problema antes de trazer o escopo.

Você não precisa ter tudo pronto para me chamar. O que já existir acelera o início do trabalho, e o que faltar entra no levantamento.

Se você já tem
  • Planta ou layout do espaço, em DWG se possível
  • Pé-direito e altura livre disponível para o forro
  • A fachada onde ficam as janelas, ou a orientação solar
  • Ocupação prevista e horário de funcionamento
  • Iluminação e equipamentos previstos no ambiente
  • Orçamentos já recebidos, se houver

Tendo isso, me encaminhe e já começamos a conversa.

Se você não tem

A maior parte dos clientes não tem tudo, e isso não impede nada.

O levantamento em campo entra no escopo quando necessário, com conferência das condições reais do espaço e medição do que já está instalado. Se a obra ainda está no papel, trabalho a partir do que a arquitetura definiu.

O que não dá para fazer é começar pelo equipamento. Me conte o que existe hoje e o que você precisa que aconteça no espaço, e eu digo o que falta para chegar lá.

Fale diretamente comigo. Me descreva o que está acontecendo e eu te digo se o caso é de laudo, de revisão de projeto ou de projeto novo, antes de qualquer orçamento. Se já souber o que precisa, mande o escopo e eu retorno com uma proposta.

Gustavo Arrais Figueiredo, engenheiro mecânico responsável pela Arrais Figueiredo Conheça o engenheiro responsável →
Razão SocialG. Arrais Figueiredo Engenharia
Registro CREA-SP2831468
Responsável TécnicoGustavo Arrais Figueiredo
Telefone e WhatsApp(11) 96304-3490
AtendimentoSão Paulo e região. Projetos em todo o país.

Se o seu caso não for comigo, eu digo isso na primeira conversa.

07 Sobre este assunto
EM PREPARAÇÃO · CLIMATIZAÇÃO DE CONFORTO

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